Você está onde deveria estar.

Respire fundo.

Feche os olhos.

Repita novamente a frase: Você está onde deveria estar.

O que essa afirmação causa em você? Alegria? Descontentamento?

Seja lá qual foi a sua resposta, uma coisa é certa. Seja o seu lugar atual bom ou ruim, ele é resultado única e exclusivamente das escolhas feitas por você ao longo da vida. Cada passo dado, cada sim (ou não) decidido, cada oportunidade aproveitada ou perdida. Todas essas coisas foram usadas como pedrinhas no calçamento da sua estrada até aqui. As pessoas podem até atirar essas pedras para ou em você, mas decisão de usá-las ou não será sempre sua.

Agora que a tiramos essa primeira grande verdade do armário eu vou te mostrar como tomar decisões melhores daqui pra frente!

 

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AS 3 ARMADILHAS DO CÉREBRO

Eu sei que fazer escolhas pode ser algo difícil, afinal, costumamos ter mais dúvidas do que certezas quanto ao nosso futuro. E TUDO BEM, ainda não inventaram a bola de cristal nem a máquina do tempo, certo?

Na hora do sim ou do não, nosso cérebro costuma ter 3 opções de estrada a percorrer:

  1. Buscar a solução mais lógica e óbvia, ou seja, confiar única e exclusivamente no seu lado racional;
  2. Procurar na gavetinha dos acontecimentos passados por tudo o que você já viveu e como reagiu e se sentiu;
  3. E, por último, usar seus antepassados (seja a sua história familiar ou seu DNA/ tendências de comportamento hereditárias), como base para essa escolha.

Não há nada errado, a princípio, com esses 3 caminhos, contanto que você saiba o seguinte:

  1. Nem sempre a solução mais lógica ou óbvia te levará a alcançar as mudanças que você deseja, até porque é impossível saber 100% das informações e consequências dessa escolha (lembra da bola de cristal?);
  2. Fazer escolhas com um passado traumático ou difícil como guia pode ser algo bem desestimulante e que te faça sempre escolher o ‘não’ como resposta;
  3. Usar as experiências e decisões de avós ou pais na hora de viver a sua vida, sem analisar o contexto da época em que elas foram tomadas, pode ser como calçar um sapato com um número menor do que o seu. Até pode servir, mas será uma caminhada desconfortável e dolorida, acredite.

 

Portanto o primeiro passo para tomar decisões melhores daqui pra frente, é entender que o passado e a lógica nem sempre serão os conselheiros ideais ou, como disse Nietzsche, “Não há fatos eternos, assim como não há verdades absolutas.” 

 

EM QUAIS OUTROS SINAIS CONFIAR PARA TOMAR DECISÕES MELHORES?

Uma das coisas que faz com que a gente se sinta empacado ou bloqueado criativamente, sem saber pra onde apontar o nosso barco, é o fato de acharmos que temos que ter todas as variáveis em mãos para podermos tomar uma decisão assertiva e precisa. Como vimos, isso é impossível.

Na hora de destravar e sair da zona de conforto você terá que confiar em outros sinais como norte das suas escolhas. Separei 5 deles pra você ficar de olho e começar a aplicar HOJE.

Chega de paralisia!

1. Entenda o conceito de racionalidade limitada.

Herbert Simon e March desenvolveram, em 1957, o conceito de racionalidade limitada: a incapacidade do tomador de decisões de dominar a complexidade do mundo, de compreender todas as informações, de dominar o tempo, como também o lado cognitivo.

Traduzindo? As informações quase nunca são perfeitas e completas e é raro termos em mãos um conjunto de alternativas e resultados conhecidos. Sim, eu sei que essa constatação parece meio óbvia, mas se sabemos ‘inscoscientemente’ disso porque sofremos tanto por não conhecer 100% das variáveis na hora de tomar uma decisão?

Na hora em que a dúvida e o medo bloquearem a sua mente, não há nada de errado em escolher a primeira alternativa que seja minimamente aceitável diante das informações que você tem naquele momento. Considere essa decisão como o menor passo que você pode dar. Nem sempre é um único pulo que vai te levar de A a B. Passos de bebê, passos de bebê…

 

2. Saiba as suas prioridades.

Quando uma pessoa define claramente quais são as suas prioridades, tomar uma decisão fica muito mais fácil.

Isso me lembra uma frase no filme Matrix Reloaded, quando a Oráculo diz ao Neo: “Nunca conseguimos enxergar além de uma escolha que não entendemos.” O que isso quer dizer? Que nós não conseguimos prever o resultado de uma escolha se não entendemos porque resolvemos tomar essa decisão pra começar. E se você não se entende, como poderá entender as suas escolhas? Esse é um dos motivos pelo qual você pode estar se sentindo estagnad@ na vida, sem saber pra onde ir ou o que fazer.

Saber o que é importante pra você, quais as coisas/sonhos/projetos que deseja conquistar e onde você gostaria de estar nos próximos 5 ou 10 anos é fundamental para que você faça escolhas mais conscientes e que te tragam mais realização e felicidade. Sempre se pergunte: “Tomar X ou Y decisão, vai me levar mais perto ou mais longe das minhas prioridades?” 

Quando você tem muitas cartas na manga, procure sempre fazer escolhas que te levem na direção do que você deseja conquistar, por menores que sejam (lembra da racionalidade limitada acima?). Caso não seja possível dar esse passo em frente naquele momento, escolha algo que te faça ficar no mesmo lugar. Retroceder, jamais.

 

3. Observe como você se sente ao considerar escolher X ou Y e, principalmente, porque você se sente assim.

Na hora de ter que tomar uma decisão é normal se sentir bem e confortável com algumas opções e desconfortável com outras, mas quando você coloca uma etiqueta de ‘boa escolha’, ‘péssima escolha’, baseado somente nessa sensação inicial, você está julgando as opções basead@ no que é confortável pra você emocionalmente… Vai ficar muito difícil transformar a vida fazendo apenas escolhas emocionalmente seguras, pois é justamente no desconforto que se escondem as oportunidades verdadeiramente transformadoras.

Portanto, ao sentir inquietute diante de uma decisão pergunte-se: “Porque você se sente incomodad@ em tomar X decisão, do que você tem medo, porque isso te traz ansiedade?” 

É importante que você não apresse uma conclusão. Isso irá apenas resultar em uma decisão impulsiva, que geralmente é uma decisão ruim. Seja paciente e leve os seus próprios sentimentos a sério. Entenda a origem do incômodo. Ele é uma fonte incrível de autoconhecimento.

 

4. Desencane do fantasma da perfeição.

Todos temos um ideal, uma imagem daquilo que desejamos ser, conquistar e construir. Conseguir fazer essas visualização é muito importante na hora de entender nossas prioridades. Só que tão importante quanto isso é entender, como já vimos aqui, que não se chega do ponto A ou B em apenas um pulo ou passo. Muito provavelmente você terá que fazer vários pit stops no caminho, eventualmente mudar sua rota ou até desacelerar a viagem.

Você não precisa se preocupar em escolher o que é considerado a melhor escolha ou o caminho mais rápido até essa perfeição imaginada.

Pense que a conquista dos sonhos acontece como nós nos formamos na barriga das nossas mães. Um zigoto, que vira um embrião, que vira um feto e, finalmente, um bebê. E mesmo quando nascemos estamos aprendendo coisas novas e nos desenvolvendo diariamente. É um processo que, da fecundação ao fim da primeira infância, leva quase 6 anos para se completar. Seis anos! Pense nisso.

Nada nessa vida nasce pronto ou perfeito. Portanto DECIDA começar hoje, dar um passo, por menor que seja,  rumo à vida que você deseja levar.

5. Coloque a sua intuição na jogada! Não, isso não significa virar um ser irracional ou “vidaloka”.

A intuição é confiável. Esta foi a conclusão a que chegou um grupo de cientistas liderados pelo professor Marius Usher, na Universidade de Tel Aviv, Israel: “Sempre pensamos que a razão acertava mais que as sensações intuitivas, mas estudos científicos confirmaram que, em 90% casos, o instinto é o certo. “

Ao longo da vida vamos registrando em nosso cérebro aprendizados de vida, como se ele fosse um caderninho de anotações. São experiências gravadas desde o nosso nascimento, observações sobre o mundo e sobre as outras pessoas. Tudo o que nos aconteceu serve de base de cálculo pra nossa mente na hora de tomarmos decisões, seja num nível racional ou inconsciente.

Quem nunca tomou uma decisão baseada no “Não vou passar por ali…” ou “Essa pessoa não parece confiável…” e se livrou de um grande problema? Essas sensações (que surgem ‘do nada’) são derivadas de toda uma vida de registros mentais. É assim que a intuição funciona. O problema é que quando a gente perde a conexão com a nossa intuição, ela se cala.

Por isso, quando você se sentir estagnad@, quando todas as opções tiverem sido analisadas e mesmo assim você não conseguir decidir o que deve fazer, crie espaço para a sua intuição fluir.

Existem algumas maneiras de fazer isso:

  1. Afaste-se do problema e foque a sua atenção em outra coisa. Tenha uma certeza: não se força a intuição. Se esse canal de comunicação está fechado, leve sua mente a prestar atenção e a se dedicar a outras coisas por um tempo;
  2. Faça uma caminhada, medite ou descanse. Oxigene a sua intuição, crie espaço para que ela dê as caras;
  3. Escreva como você se sente em seu diário. Deixar o fluxo da escrita tomar conta de você é uma ferramenta poderosa. Soltar as palavras no papel, escrever como você está se sentindo diante das escolhas que deve fazer pode te ajudar a canalizar a intuição!

 

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