O futuro chegou! Esqueça Matrix, 2001 Uma odisséia no espaço ou Blade Runner. Sim, são filmes fodásticos, eu sei e concordo, mas deixe eles pra lá por enquanto, ok? Acredite quando eu digo que o futuro já chegou e está dentro do smartphone aí na sua mão, na tela do computador no trabalho e na voz digitalizada que te livra do trânsito.

É impossível ignorar o crescimento incrível das pesquisas e projetos envolvendo robótica e inteligência artificial nos últimos anos. Em todas as pesquisas de tendências para o futuro do trabalho (aqui, aqui, aqui e aqui), já se prevê que o controle das atividades que envolvam a resolução de problemas lineares será das máquinas.

O que isso significa? Significa que se o que você faz durante o seu horário produtivo é baseado apenas no cumprimento de processos, você não terá esse trabalho por muito tempo. Ponto, parágrafo, outra linha.

Bem-vind@ à Quarta revolução industrial! Ela terá um impacto MASSIVO sobre o trabalho, como todas as suas três irmãs anteriores. Pensa numa turma animada, que adora arrastar junto a economia pra esse baile. Essa quarta irmã irá afetar a sua vida, a minha e a de todo mundo nesse planeta.

Junte a isso o fato de que as previdências no mundo todo estão indo pro brejo, enquanto a população do mundo fica cada vez mais velha (justamente por conta dos avanços da medicina tecnológica) e você vai sacar que deve SIM se importar com essa quarta revolução, uma vez que vai ter que rebolar (ou trabalhar) por muitos e muitos anos ainda. Ponto, parágrafo, outra linha, parte 2.

FERROU-SE TUDO?

Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee, professores do MIT, publicaram um livro muito interessante, chamado “A Segunda Era da Máquina – Trabalho, progresso e prosperidade em um tempo de tecnologias brilhantes.” No livro, eles analisam o impacto da tecnologia e da revolução digital na economia e no mercado de trabalho, e a conclusão deles é que as mudanças serão radicais!

“… o desenvolvimento da inteligência artificial tornará obsoleta a maior parte dos trabalhadores tradicionais!”

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O próprio Larry Page, presidente e fundador do Google, já declarou que 90% do trabalho feito atualmente por humanos será realizado por robôs e que isso vai acontecer mais cedo do que a gente imagina.

Antes de se preocupar com o futuro do seu eu-desempregad@, eu tenho uma notícia boa pra te dar: pra sobreviver e contribuir no futuro, você terá que… pensar. Apenas isso. Esqueça os trabalhos braçais, as horas no trânsito e a repetição sem fim de processos que fazem o seu dia se arrastar. Pra garantir seu trabalho no futuro você vai precisar apenas pensar com eficiência!

Cientistas e pesquisadores sabem que a criatividade é a característica humana mais difícil de automatizar e muitos chegam a afirmam categoricamente, portanto, é muito improvável que robôs sejam criativos no futuro. Sabe por quê? Porque é muito difícil automatizar a combinação de ideias de diferentes fontes, a empatia genuína e a curiosidade: as origens da criatividade humana.

Pesquisas feitas nos EUA e no Reino Unido informam que cerca de 90% dos empregos cuja base reside no pensamento criativo não correm o risco de serem automatizados.

Isso significa que a capacidade de gerar soluções criativas será uma dos principais diferenciais que qualquer pessoa poderá ter no futuro, ou melhor, AGORA!

COMO VIEMOS PARAR AQUI?

Outra tendência que vem sendo observada na última década é a mudança gradativa na estrutura de propósito de vida das pessoas, já reparou? Cada vez mais vemos profissionais abrindo mão do conforto material em busca da autorrealização, da autoralidade. As pessoas procuram por felicidade, significado e realização ao invés de focar toda a sua energia na busca pelo retorno financeiro, status e outras forças motivadoras da sociedade no século XX como casas, carros e todo e qualquer aparato eletrônico possível de ser adquirido pelo Homem.

É claro que ninguém acorda um dia sentindo uma urgência por mais criatividade e autoralidade na vida. Esse chamado vem sendo construído aos poucos, geração após geração, e é importante que você conheça esse caminho para entender a importância de desenvolver essas características na sua vida daqui pra frente.

Permita-me voltar no tempo, pra cerca de 200 anos atrás? Já dizia seu professor de história: Quem não conhece o passado, está condenado a repeti-lo 😉

Entre os séculos 18 e 19, o trabalho então ligado a manufatura, a produção artesanal e aos talentos e habilidades pessoais, começou a ser substituíto pela produção por máquinas. O motivo? O crescimento populacional, sem precedentes na história da humanidade. De repente tínhamos que alimentar, vestir e construir moradias e infraestrutura para um número sempre crescente de pessoas. O sapateiro, ferreiro e costureiro não conseguiam mais dar conta da demanda de trabalho e a sociedade burguesa viu nisso uma oportunidade pois tinha capital suficiente para financiar as fábricas, adquirir matérias-primas e máquinas e contratar empregados para aumentar essa produção.

Tchau, talentos pessoais, oi, máquinas. Quem aí já viu o maravilhoso filme Tempos Modernos, do Charlie Chaplin?

Com a Revolução Industrial os trabalhadores perderam o controle do processo produtivo (e criativo) e começaram a trabalhar para um patrão, como empregados ou operários, perdendo a posse da matéria-prima, do produto final e do lucro. Esses trabalhadores passaram a controlar máquinas que pertenciam aos donos dos meios de produção, esses donos passaram a receber todos os lucros. Bem-vindos ao capitalismo industrial!

O começo do século 20 trouxe duas guerras mundiais que arrasaram o mundo. O que o pós-guerra nos deixou de herança, além de meio mundo devastado e destruído, foi a exacerbação do consumismo que surgiu da necessidade das pessoas reconstruírem suas vidas. Era preciso reconstruir, vender e comprar. A economia mundial, arrasada pela guerra, precisava se reerguer e assim o fez, apelando para que ‘coisas’ completassem os buracos deixados nas pessoas pela guerra e pelas perdas. Todos desejavam que a vida voltasse a fazer sentido. E todos encontraram esse sentido no consumo. O sonho americano ganha força exatamente aí: a casa perfeita, com o carro do ano e a família margarina.

Avance mais algumas casas, ou décadas, e chegamos aos 1980 e a super valorização do dinheiro a qualquer custo. O símbolo máximo pode ser observado no movimento yuppie americano. Aliás, fica aqui a minha dica pra você assistir ‘O Lobo de Wall Street’ com o Leonardo di Caprio ou até o próprio filme ‘Wall Street’ com Michael Douglas. O lema era claro: ter era melhor do que ser. Os yuppies, como ficou conhecida essa geração, valorizavam mais os bens materiais como investimentos na bolsas de valores, automóveis importados, inovações para residências e aparatos tecnológicos mais sofisticados, computadores portáteis e telefones móveis.

As transformações pelas quais a sociedade passou durante os anos 80 foram as responsáveis por alterar profundamente a ideologia e as relações pessoais entre os jovens adultos da época, ou seja, nossos pais e mães, se você está na casa dos 30 anos.

Obviamente, o destino deste caminho perigoso só poderia ser o nosso: a era das celebridades, das marcas, da padronização de gostos e estilos e da ‘vida artificial’ nos anos 2000. O mantra dessa geração era ter é melhor do que ser e esse filme mostra de um jeito inesquecível os resultados desta filosofia na nossa geração: angústia, depressão e ansiedade. Características resultantes do processo de desumanização que começou lá com a Revolução Industrial, lembra?

TODO MUNDO É CRIATIVO!

O que aconteceu é simples, uma vez que você sabe o caminho percorrido. Durante os anos de revolução industrial, guerras, pós-guerras e capitalismo, nos desconectamos da nossa característica mais HUMANA: a Criatividade. Sim, todo mundo é criativo. TODO MUNDO. Esqueça esse blablabla que apenas artistas dominam a arte secreta da criatividade. Isso foi o que os senhores do dinheiro quiseram fazer você acreditar: “Criar pra que? Está tudo aqui, pronto para o consumo a um preço acessível em suaves prestações sem juros!”. Criatividade ficou delegada aos sonhadores, aos hippies, aos ‘artistas’, vivendo à margem da sociedade.

Agora, pensa comigo uma coisa. Se os Homo erectus, o povo descobridor do fogo, não tivesse desenvolvido a habilidade de pensar criativamente como uma de suas características mais básicas, não ocorreria o aumento do tamanho do seu cérebro e o desenvolvimento do néo-cortex (parte do nosso cérebro que nos diferencia do resto dos mamíferos), ou seja, não existiria a nossa espécie Homo sapiens, não existiria eu ou você. Simples assim.

 

Se olharmos com atenção a imagem acima vamos perceber que a cada salto na evolução, o que viria a ser o futuro Homem foi desenvolvendo sua capacidade de pensar e solucionar os problemas. Choveu? A gente constrói uma cabana! Quero quebrar esse coco? A gente desenvolve uma ferramenta pontuda de pedra pra ajudar. Tá frio? Quero cozinhar meu alimento? A gente esfrega um pedaço de madeira no outro e cria o FOGO! Entende onde quero chegar com essa conversa?

Se nós estamos aqui hoje, muito mais desenvolvidos e espertos é porque a CRIATIVIDADE está em nosso DNA, portanto, não existe isso de fulano é criativo ou não. Nós somos! Apenas nos esquecemos disso nos últimos 200 anos.

Criatividade é a mais humana das habilidades e ponto. É ela que nos diferencia na competição com as máquinas. Ponto, parágrafo, outra linha.

Quem estiver apto a propor soluções criativas para problemas, estará preparado para o futuro. Seja como ele for. Este sim é o principal motivo para estudar criatividade!

 

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