[VÍDEO] Mito! Criatividade não é só coisa de artista, sabia?

Existe uma crença comum quando falamos de criatividade de que nós, seres humanos, somos divididos em duas categorias: os tipos criativos e não criativos. Simples assim, ou é azul ou amarelo… como se o verde fosse uma alucinação coletiva 😉

O vídeo de hoje trata exatamente sobre isso. Afinal, existe isso de ‘tipos criativos’?

Aperta o play e vem comigo:

Criatividade. A gente fala essa palavra mágica e logo as pessoas já imaginam um artista, um escritor ou músico. Diz aí? Foi o que passou na sua cabeça quando deu o play aqui no vídeo, fala a verdade…

Bom, não existe isso de ‘fulano é criativo’. Vamos partir daí, ok?

Pode soar bizarro, vindo de alguém que se descreve como uma artista, cantora, designer e escritora. Mas deixa eu explicar direitinho o que quero dizer com isso. Vai fazer todo o sentido do mundo lá no fim, prometo.

Existe uma crença comum de que nós, seres humanos, somos divididos em duas categorias: os tipos criativos e não criativos. Simples assim, ou é azul ou amarelo… como se o verde fosse uma alucinação coletiva 😉

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Essa ideia de que existem apenas esses dois grupos tem raízes fundas no nosso sistema de educação. A crença de que depois da primeira infância nós começamos a nos inclinar em direção de um grupo ou de outro é, na maioria das vezes, encorajada pelas escolas. Fulano é bom em matemática, fulana nasceu para fazer arte. Como se o matemático não pudesse desenhar ou vice e versa. Deve ser mais fácil educar dessa forma, provavelmente. Colocar uma etiquetinha em cada aluno e saber exatamente o que esperar dele.

Enquanto crianças nós pintávamos, jogávamos, cantávamos, dançavamos e fazíamos o que mais nos dava na telha. Tudo era divertido e essa foi a maneira através da qual começamos a aprender pois surgia, naturalmente, por intuição. Ninguém precisava nos encorajar a sujarmos nossas pequenas mãozinhas de tinta, certo? Era libertador e nos encantávamos com aquele processo bagunçado e colorido. Então, conforme fomos ficando mais velhos, nós começamos a nos comparar uns com os outros. Nossos professores nos davam nota, nos enquadravam e diziam que éramos bons nisso e medianos naquilo. E nós acreditávamos. Foi aí que começamos a nos dividir entre os criativos e não criativos.

Não estou aqui culpando escola ou professores, que fique claro. Essa é a forma como a educação, no geral, evoluiu. Decisões são feitas baseadas em notas ou na opinião de um indivíduo ou examinador. É um sistema que está em atividade a centenas de anos, em praticamente todos os cantos do mundo.

A questão aqui é uma só: é a criatividade que nos torna humanos. Para vivermos felizes, realizados e livres de estresse, nós precisamos dela. Ela é uma das nossas mais preciosas ferramentas de autocura e expressão, desde tempos imemoriais. Se isso é tirado de nós, como poderemos lidar com as questões difíceis da vida? Como poderemos relaxar sem medicação, álcool, drogas e outros estimulantes? Nós acabamos procurando por meios de nos anestesiar, ao invés de procurar uma saída para expressar o que nós estamos sentindo ou lidando naquele momento.

Nessa altura do texto você pode estar balançando a cabeça e pensando, “Não, eu definitivamente não sou criativ@”. Mas confie em mim quando eu digo que você é sim, você foi apenas ensinad@ a achar que não é. Posso apostar que em algum ponto da sua vida, alguém te disse que você não era bom em alguma coisa como arte ou música e, por causa disso, você simplesmente acreditou e parou. Mas não foi porque você queria. Quem em sã consciência joga no lixo tintas, massinhas e canetas de colorir e desiste de se divertir?

É por isso que você precisa acreditar quando eu digo: criatividade é gratuita. É algo que todos somos capazes de desenvolver. É algo que todos deveríamos encontrar tempo para perseguir. É uma ferramenta vital em nosso arsenal de desenvolvimento pessoal.

Estudos recentes mostram que quando uma pessoa cria, parte do cérebro acende e permite que as informações armazenadas ali fluam com mais facilidade. O mesmo estado é acessado quando meditamos. É como se abríssemos a porteira. Criatividade é diversão, ao mesmo tempo que é uma maneira sensacional de estarmos presentes e explorarmos nossa paisagem interior. Ela pode ser uma grande companheira no tratamento de depressão, ansiedade e outros distúrbios de humor. Pura arte terapia. Duvida? A prova está na onda de ‘livros para colorir’ que invadiram a casa de milhões de pessoas no mundo todo 😉

Outra observação importantíssima e que barra muita gente: ser criativ@ não significa fazer da sua criatividade o seu ganha pão. Você pode não ter um disco na lista dos mais vendidos, ou vender uma pintura por milhares de dólares. Sua arte ou criação deve surgir porque assim você deseja, porque ela te liberta, relaxa e faz bem. Criatividade é o simples ato de criar algo, algo que venha diretamente de você. Ela não precisa pagar suas contas se seu trabalho faz isso muito bem.

Então, é mais certeiro dizer que existem pessoas que continuam a criar, mesmo depois da infância, e pessoas que param. Se você é uma dessas pessoas que parou não significa que não possa começar novamente.

Você pode ser criativ@. Aliás, você nasceu criativo. Siga em frente! Crie. Escreva, costure, cozinhe, fotografe, bole novas maneiras de otimizar processos no seu trabalho, novas áreas de pesquisa, uma estratégia inédita. O ato da criação é onde a mágica acontece.

Existe algo que você amava fazer, que você aprendeu a acreditar que não era bom? Existe algo que você deseje realmente criar? Algo que adoraria aprender? Algo que deseja retomar?

Então faça isso, por tudo que te é mais sagrado.

Se você gostou, pode compartilhar a vontade o vídeo nas suas redes sociais. Pode também lascar um joinha no vídeo, além de se inscrever no canal, claro. Assim você não perde nenhuma portagem por lá!

Se você está precisando de um empurrãozinho para mudar as coisas de lugar aí na sua vida, que tal dar uma olhada no meu livro Criatividade Empática. Ele pode te ajudar a transformar a sua maneira de encarar a criatividade e a busca pelo seu propósito de vida, sabia?

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